A pergunta não é se o mercado vai te engolir. É se você vai estar do lado de quem domina o jogo — ou de quem virou estatística. O G4 Gestão & Estratégia existe para colocar você no lado certo dessa conta.
Não é pessimismo — é o dado nu. A cada minuto, empresas que pareciam saudáveis fecham as portas. Não porque o dono não trabalhou. Mas porque trabalho não substitui estratégia. E enquanto você corre no operacional, alguém com método está construindo a empresa que vai te substituir.
Existem dois grupos no mercado: o 1% que domina o jogo e captura quase tudo — e os 99% que disputam migalhas e rezam para sobreviver. O programa que você escolhe define em qual grupo você termina.
A maioria dos programas te enche de teoria e te devolve para a mesma rotina. O Gestão & Estratégia opera numa entrega diferente: não é sobre aprender — é sobre destravar decisão, estrutura e as conexões que mudam o patamar da sua empresa.
Veja o ambiente, a densidade das conexões e o nível das pessoas na sala. Esse é o tipo de mesa em que decisões de milhões são tomadas — e onde você precisa estar.
Aftermovie · Turma 143 do Gestão & Estratégia
A maioria das empresas opera sem nem saber o tamanho real do próprio mercado — e por isso ataca o lugar errado, com a estratégia errada. Entender TAM, SAM e SOM é o primeiro passo para parar de brigar por migalhas.
Cada conceito do programa vem com aplicação real. Veja como eles aparecem na vida de quem está com a mão na operação — e o que muda quando você passa a dominá-los.
O dono jura que o problema é volume. Mas quando mapeia o mercado, descobre que estava atacando o segmento errado, com o preço errado. Muda o foco e a mesma equipe fatura mais — sem trabalhar mais.
Você não quer vender mais. Quer vender melhor.
Não é. Quando você cruza recência, frequência e valor, descobre que 20% dos clientes sustentam o negócio — e que você gasta energia igual com quem nunca vai voltar. Realocar foco aqui é margem instantânea.
Tratar todo cliente igual é tratar o melhor cliente mal.
Até a conversa difícil chegar. Empresas não quebram por falta de dinheiro — quebram por conversas societárias que ninguém teve coragem de ter. O modelo separa família, conselho, gestão e operação antes do conflito explodir.
Empresa quebra por acordo não feito, não por falta de caixa.
Crescendo ou afundando rápido? Muitos comemoram venda enquanto gastam mais para conquistar do que o cliente devolve. Sem dominar LTV/CAC, crescer só acelera a falência. Com ele, crescer vira lucro.
Faturamento é vaidade. Margem é sanidade.
Empresa raramente morre de um golpe. Morre de coisas pequenas que ninguém trata a tempo: um problema que parece detalhe operacional, cresce em silêncio, e quando dá sintoma já tomou conta. Veja como cada dor vira metástase — e o que o Gestão & Estratégia entrega para cortar pela raiz, antes.
"Faz parte, contrata outro." Você nem registra a saída direito. A operação continua girando, o mês fecha, ninguém comenta.
Era seu funcionário acima da média — o que segurava cliente, time e processo. Com ele saem conhecimento, relacionamento e a referência de quem fica. Os melhores começam a achar que a grama é mais verde lá fora. Em 12 meses você perdeu o núcleo que dava resultado e contratou 3 medianos pra tentar repor 1 excelente.
Você credita ao mercado, à sazonalidade, ao feriado. Mês que vem melhora. Ninguém abre o dado por canal, por produto, por motivo.
Não era sazonalidade. Era um concorrente novo capturando seu cliente, ou um canal que parou de performar. Quando você percebe, perdeu participação de mercado que não volta — porque share perdido é o mais caro de reconquistar. O concorrente que viu o dado primeiro já reinvestiu o seu cliente em mais crescimento.
Até soa como elogio. Você é o cara, decide tudo, todo mundo te procura. A empresa "precisa" de você — e isso te enche de orgulho.
Você não tem uma empresa. Tem um emprego que você não pode largar. O negócio não vale nada sem você dentro — não escala, não se vende, não sobrevive a uma sua doença ou cansaço. 78% dos donos trabalham +50h/semana exatamente por isso. Vira gargalo de tudo e a empresa para de crescer no limite da sua agenda.
Faturamento subindo, time animado, movimento na operação. A sensação é de sucesso. Ninguém olha a margem de perto.
Faturava mais e lucrava menos. Cada venda nova estava custando mais do que devolvia — crescimento queimando caixa em vez de gerar. Quando o caixa aperta, a conta chega de uma vez: a empresa que "ia bem" descobre que estava cavando o próprio buraco mais rápido. Crescer sem unit economics é acelerar rumo ao precipício.
Sem acordo formal, sem regras de decisão. "Entre nós tá tudo certo." Pra que burocratizar a relação de quem confia um no outro?
Até a primeira crise, a primeira divergência de visão, o primeiro dinheiro grande na mesa. Sociedade sem governança é bomba-relógio — e quando explode, paralisa decisão, racha o time e pode liquidar anos de construção em meses. Empresa não quebra por falta de caixa. Quebra pela conversa difícil que ninguém teve coragem de ter.
O perigoso não é o problema que grita. É o que sussurra por meses, parece controlável, e só mostra a cara quando já é tarde. O Gestão & Estratégia existe pra você diagnosticar e tratar enquanto ainda é cedo.
Estratégia se revela nas escolhas que o fundador faz com seu tempo, energia e capital.
O legado começa quando o fundador para de centralizar e começa a institucionalizar.
Líderes que constroem culturas fortes criam empresas inquebráveis.
Escalar não é crescer mais rápido, é crescer com previsibilidade e rentabilidade.
A resposta para os seus desafios pode estar em uma conversa com quem já passou por eles.
Confere o track record. Clica no LinkedIn. Esses nomes não são palestrantes contratados — são pessoas que ergueram, escalaram e venderam empresas que valem mais do que setores inteiros.
Fundou a Easy Taxi (vendida por R$ 1 bilhão em 6 anos) e a Singu (vendida à Natura por ~R$ 400MM). Cofundador do G4.
Ver no LinkedInFundou a XTech (R$ 547MM em 36 meses), adquirida pela VTEX — avaliada em US$ 4,7 bilhões na NYSE. Autor de "Bora Vender".
Ver no LinkedInCofundador e líder de Rappi, Kanui e Dafiti (+R$ 4,3 bilhões/ano). Sócio da Norte Ventures, que investe em +100 empresas.
Ver no LinkedInEx-CEO da Estácio, copresidente do conselho da Cyrela, ex-executivo AmBev (AB-Inbev) e Suzano.
Ver no LinkedInLiderou a fusão Antarctica/Brahma, com cases em Coca-Cola, Shell e Petrobras. Referência em análise de mercado e TAM/SAM/SOM.
Ver no LinkedInPartner na Igah Ventures, co-CEO da Easy Taxi e ex-VP de Operações do Nubank. Quem escalou operação de fintech bilionária.
Ver no LinkedInE o board consultivo vai além. Felipe Hatab (ex-CMO Stone, ex-Ambev), Julian Tonioli (Auddas), Maria Cândida (cultura na Gerdau, Nestlé, J&J), Bernardo Carneiro (Stone), Viviane Martins, Flavia Molina (ex-CMO Globo), Henri Zylberstajn, Cleonildo Scarabello (30+ anos de Unilever global) e mais.
Conteúdo preparatório e de nivelamento antes de começar.
Call em grupo para conectar empreendedores com desafios em comum.
"Mentalidade de dono e uso estratégico de inteligência artificial", ao vivo.
Jantar de negócios by Club, com conteúdo e conexões estratégicas intencionais.
7 módulos: Estratégia & Gestão, Comando, Escala, Legado e Aliança + mentorias.
Rodadas de mentoria e board consultivo. Aula final: "Os Próximos 90 Dias".
G4 Business Assistant: plataforma que apoia a execução da sua estratégia.
Status de Alumni G4 com benefícios e encontros exclusivos por 12 meses.
Acesso ao G4 OS por 30 dias — sistema operacional com IA para o seu negócio.
"Depois do programa a gente aumentou o faturamento em 75%. O investimento é insignificante perto do resultado que conseguimos atingir."
"Meu negócio crescia de forma estável, entre 10 e 12% ao ano. 5 meses depois do programa, crescemos 25%."
"A conta não é sobre payback, mas sobre o quanto você vai enriquecer seu conhecimento em gestão. Faça — você tem pouco a perder."
"Leve sua empresa para o próximo nível"
Estamos em 26 de maio. Para quem o momento do negócio faz sentido, abrimos uma condição de investimento agressiva para fechar a turma ainda neste mês. Não é pra todo mundo — é pra quem decide rápido, como dono de verdade decide.
Este programa não é para todos. É para donos, CEOs e líderes cujo momento de negócio comporta uma transformação de patamar. Se esse é o seu caso, a condição de maio é a melhor janela do ano para entrar.
A diferença entre esses dois grupos nunca foi sorte. Foi decisão, método e as pessoas certas na mesa. O mercado já está se movendo. A única pergunta é se você vai se mover antes — ou correr atrás depois.